A Dona do Nove

Lá vai ela, a dona do nove,
No seu belo existir
Que comove.
E provoca poesia.
Caminha, serena,
Deixando beijar-lhe, o sol,
Sua pele morena.
Estonteante,
Desperta o olhar disperso do passante
E deixa inquieta a praia.
E radiante.
Aquele Posto Nove, o velho e bom,
Da musa do Vinícius e do Tom,
Apaixonado, rende-se à sua beleza
E hoje aplaude, de pé,
Sua realeza.
E mesmo o azul senhor
De tantos mares e marés,
O portentoso Atlântico,
Em reverência,
Beija seus pés.

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